Putrefying Dead Flesh - Entrevista

Formado em 2009 com o intuito de fazer um som brutal e direto, o Putrefying Dead Flesh vem desde então realizando o prometido com competencia e responsabilidade. Conversamos com o guitarrista Luiz Marques, que nos contou mais sobre o lançamento da primeira Demo, a atual formação da banda, a parceria com a Satanicrew Records, entre outros assuntos. Confira com exclusividade no Headbanger Rage:

HR: O P.D.F. possui pouco tempo de estrada mas já contou com distintos integrantes em sua formação, como a banda era composta no início e como ocorreu a entrada do baterista Beto Demented?

Luiz Marques: Primeiramente gostaria de agradecer a oportunidade e o espaço e também parabenizar o Headbanger Rage pelo excelente trabalho. Começamos com o P.D.F.em 2009, eu já tocava guitarra há um tempo e o Rodrigo me fez a proposta de montar um projeto Death/Grind, eu vi que o vocal do Rodrigo estava matador então não ficaram dúvidas, comecei então a compor o material inicial e por em prática a nossa podrera. Desde o começo a idéia era firmar com um batera, pro nosso desenvolvimento como banda, um amigo então indicou o Welton, que foi nosso primeiro batera, porém apesar dele ser um puta baterista, não se adaptou muito a nossa proposta.O tempo foi passando e rolou uma pausa longa nas atividades, também por alguns motivos pessoais e tudo mais.Conhecemos então o Beto Demented e resolvemos integrá-lo no P.D.F., está sendo um novo começo para nós, estamos muito empolgados com essa formação.

HR: A propósta do grupo sempre foi a destruição sonora praticada pelo Death/Grind. Quais são suas influencias durante o processo de composição?

Luiz Marques: Como nossas influencias posso citar os clássicos: Napalm Death, Cannibal Corpse, Death, Terrorizer... Mas particularmente sempre procuro ouvir coisas mais novas também.

HR: A temática da banda segue a linha praticada por nomes como Regorge e Dying Fetus, abordando tópicos como morte, ódio e pesadelos. Quais fatores motivam vocês a manter essa linha em relação as letras?

Luiz Marques: Nossa proposta é manter exatamente os temas citados, sempre fui fã de Serial Killers abordados nos filmes classicos de terror e há também outros fatores que acabam influenciando, pois estes temas são elementos que infelizmente fazem parte do nosso cotidiano, você se depara com traficantes que impõem suas proprias leis, incluindo severos métodos de tortura e execuções brutais, o caos urbano, a cada hora um novo crime, estupros, assaltos... não é difícil encontrar inspirações para letras vivendo em meio a tudo isso.

HR: Recentemente a banda lançou uma Demo, atingindo repercussão nos maiores veículos da mídia especializada, como Whiplash e Roadie Crew. Como está sendo alcançar uma reação tão positiva logo no primeiro registro?

Luiz Marques: Lançamos essa Demo com a intenção de mostrar a nossa proposta, não tínhamos muitos recursos, mas foi feito o melhor com as ferramentas que tínhamos pra usar e dentro das possibilidades, então realmente eu nem esperava que o material fosse ter essa ótima aceitação. Estamos colhendo bons frutos, por causa desse material e estamos conseguindo condições melhores pro próximo trabalho. Acho que as coisas não poderiam ter ocorrido de melhor forma, está sendo realmente incrível esse nosso passo inicial.

HR: Qual fator vocês utilizaram para escolher 'Storm Of Stress', do Terrorizer, como o cover realizado pela banda?

Luiz Marques: Estávamos com a ideia de gravar um cover, perguntei então o que seria interessante pra ser feito, o Rodrigo teve a ideia de algo mais clássico dentro do som extremo, sugeri então a Fear of Napalm do Terrorizer, mas por fim resolvemos fazer a Storm of Stress, acabamos gostando muito do resultado.

HR: Como se deu o contato com a Satanicrew Records And Distro?

Luiz Marques: O contato com a Satanicrew Records And Distro, veio a partir do Rodrigo nosso vocalista, ele trocou uma ideia com o Rodrigo 'Lástima' da Satanicrew, ele curtiu nosso som e nos fez a proposta. Realmente foi incrível quando recebi a notícia, foi somada aí mais uma vitoria para nós.

HR: Vemos surgindo diversas bandas destruidoras na região do Rio de Janeiro, como é o caso do Örror, Brutally Murdered, Lastima, Prophecy, entre outros. Há alguma interação entre o P.D.F. com essas bandas?

Luiz Marques: Tenho muito orgulho da cena carioca e das bandas do Rio de Janeiro, até o momento os grupos estão demonstrando ótima aceitação, está rolando uma interação muito calorosa entre o P.D.F. e as bandas já conhecidas que integram a nossa cena, tá sendo bem legal também essa parte.

HR: Como vocês se encaixam na cena local? Quais são os planos em relação a gigs e festivais?

Luiz Marques: Estamos procurando encontrar o melhor entrosamento possivel, por enquanto ainda não fizemos  apresentações, mas se pararmos pra analisar estamos ensaiando a pouquíssimo tempo, lógico que bate uma ansiedade,  já pintaram convites pra tocarmos em alguns eventos, mas não podemos pular etapas, pois ainda não contamos com um baixista, temos alguns detalhes para acertar, talvez uma segunda guitarra. Vamos analisar como as coisas vão fluir, por enquanto os planos são de melhorar o entrosamento (já não estamos  distante do que procuramos) e dar sequencia a apresentações, se pintar festivais estamos dentro.

HR: Agradeço demais o tempo concedido, o Headbanger Rage está aí sempre que precisarem. O espaço final é de vocês.

Luiz Marques: Gostaria novamente de agradecer ao Headbanger Rage a oportunidade, estamos chegando na cena e recebendo  grande apoio, está sendo muito gratificante até agora, em breve estaremos com a distribuição da nossa demo e  logo seguindo com apresentações para apodrecer ainda mais o nosso cenário, estamos seguindo nosso caminho  e contamos com vocês Bangers. Valeu!



1 comentários:

  1. josué araujo disse...

    conheço o trabalho sou um dos felizardos que ganhou a demo !!!!

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